Quando eu for, um dia desses, poeira ou folha levada no vento da madrugada, serei um pouco do nada invisível, delicioso que faz com que o teu ar pareça mais um olhar, suave mistério amoroso, cidade de meu andar (Deste já tão longo andar!) E talvez de meu repouso...
Mario QuintanaAtribuída a Mario Quintana, fonte não confirmada



































