Eu, louco do absurdo cansado de cansaços, desmorono-me em breves reticências. Meus dentes caem. Meus lábios doem de tanto arder, ardor de falar. Palavras inúteis. Poeta do caos. Imbecil como uma criança. Imprudente como uma mulher. Estômago ácido-espelho-da língua?
Raul SeixasAtribuída a Raul Seixas, fonte não confirmada



































