Eu creio cegamente nos pressentimentos. Não falo já daquela previdência dolorosa, de que o espírito se atribula, quando a consciência nos vaticina a próxima ou tardia expiação de um crime. Neste sentimento, por assim dizer, lógico e rigoroso, é o remorso que mágoa, é o castigo que se anuncia por um pavor estranho. Quero falar daqueles tremores de dentro, que nos assaltam a alma, derramada nos folguedos de um baile, ou concentrada na meditação de um livro.
O que está errado nesta frase? A equipe confere e corrige. Não precisa de conta.



































