Frases de Emile-Auguste Chartier

Foto: Autor não identificado · Public domain, via Wikimedia Commons

Emile-Auguste Chartier

3 de março de 1868 – 2 de junho de 1951 · 96 frases

De origem normanda, era o filho mais novo de Etienne Chartier, médico veterinário, e de Juliette Clémentine Chaline.

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Após concluir a École normale supérieure, foi nomeado professor do ensino secundário em Pontivy, Lorient, Rouen e Paris. A partir de 1903, passa a publicar crônicas semanais no jornal La Dépêche de Rouen et de Normandie denominadas Propos, que depois se tornaram diárias. Desta forma, mais de 3000 dessas Propos serão publicadas entre fevereiro de 1906 e setembro de 1914. Considerados de alta qualidade literária, abordavam a política, a economia, a religião, a educação e a estética. Posteriormente foram reunidos e publicados em livro.

Entretanto, em 1909, como professor do Liceu Henri IV, um dos mais reputados da França, exerceu profunda influência sobre seus alunos, dentre os quais Raymond Aron, Georges Canguilhem, André Maurois e Simone Weil.

Pouco antes da Guerra, foi militante pacifista. Com o início da guerra, sem renegar suas idéias e embora dispensado, alistou-se no exército francês, como artilheiro.

Logo após, em 23 de maio de 1916, é ferido no pé durante o transporte de munições para Verdun. Depois de algumas semanas, é transferido para o serviço de meteorologia e desmobilizado em 1917.

Depois de ver de perto as atrocidades da guerra, publica em 1921 seu célebre panfleto Mars ou la guerre jugée "Marte ou la guerra julgada". Continuou a lecionar filosofia em Paris e nos anos seguintes publicou, entre outros, Les dieux (1934; "Os deuses") e Histoire de mes pensées (1936; "História de meus pensamentos").

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