Sentir romper do vale e a meus pés, rumorosa, dilatar-se e cantar a alma sonora e quente das árvores, que em flor abre a manhã cheirosa, dos rios, onde luz todo o esplendor do Oriente;
Antônio Mariano de OliveiraAtribuída a Antônio Mariano de Oliveira, fonte não confirmada



































