Todos os amores começam assim. No silêncio de um olhar, no silêncio de uma mão dependente da outra, de outra mão vadia a vaguear pela cidade noturna do teu corpo, no silêncio dos lábios trincados, trocados, massajados, abraçados e voltados a abraçar. Todos os amores são silêncio estendido.
Pedro Chagas FreitasAtribuída a Pedro Chagas Freitas, fonte não confirmada



































