As Flores do Mal - A que está sempre alegre [...] certa vez, num belo jardim, ao arrastar minha atonia, senti, como cruel ironia, o sol erguer-se contra mim; e humilhado pela beleza da primavera ébria de cor, ali castiguei numa flor a insolência da Natureza.
Charles Pierre BaudelaireAtribuída a Charles Pierre Baudelaire, fonte não confirmada



































