Resta esse constante esforço para caminhar dentro do LABIRINTO. Esse eterno levantar-se depois de cada queda, essa busca de equilíbrio no fio da navalha, essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo infantil de ter PEQUENAS CORAGENS.
Vinicius de MoraesAtribuída a Vinicius de Moraes, fonte não confirmada



































