O primeiro amor: é a harpa do coração ainda não estreada, é o amor infantil, cujos vagidos não têm pronúncia. É o amor e a religião, a religião e a poesia. Não venha algum, vanglorioso do seu cinismo, desmentir-me! O relapso, desmemoriado dos tempos em que creu e esperou, não se envergonhe do respeito religioso que lhe idealizara as suas primeiras paixões. Todo o homem é poeta!
Camilo Castelo BrancoAtribuída a Camilo Castelo Branco, fonte não confirmada



































