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Frases de François de La Rochefoucauld

O verdadeiro amor é como a aparição dos espíritos: toda a gente fala dele, mas poucos o viram.

Antes de desejarmos fortemente uma coisa, devemos examinar primeiro qual a felicidade daquele que a possui.

Os atos de clemência dos príncipes muitas vezes não são mais do que tácticas políticas para conquistar a afeição dos povos.

A moderação das pessoas felizes deriva da calma que a boa fortuna dá ao seu temperamento.

A clemência, que passa por ser uma virtude, é, umas vezes, um ato de vaidade, outras, de preguiça, muitas, resultado do medo, mas é quase sempre a combinação dos três.

É necessário ser-se mais virtuoso para conviver com a boa sorte do que com a má.

Todos nós temos a força suficiente para suportar os males alheios.

Temos mais força do que vontade e é por isso mesmo que nos desculpamos imaginando que as coisas são impossíveis de atingir.

O mal que praticamos é mais bem tolerado pelos outros do que o bem que praticamos.

Os caprichos da nossa vontade são ainda mais estranhos do que os do destino.

A maioria pensa que é mestra de si mesma, quando, de facto, obedece, e, se escolhe livremente, o coração leva-a ao caminho não escolhido.

O orgulho mantém-se sempre e não perde nada de si mesmo quando renuncia à vaidade.

As paixões têm a sua lógica própria e fabricam injustiças, o que faz com que seja perigoso segui-las. Logo, devemos ser cautelosos mesmo quando aos nossos olhos parecem justificáveis.

Só os grandes homens podem ter grandes defeitos.

É útil acreditar sempre o pior por precaução, porém, mostrando que se acredita o melhor por delicadeza.

Quando praticar qualquer falta, procure remediá-la e não a desculpar.

Há quem prefira falar mal de si mesmo a não falar.

Por mais que falem bem de nós, não nos ensinam nada de novo.

O inferno das mulheres é a velhice.

A mocidade é uma embriaguez contínua: é a febre da razão.

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