Frases de Agustina Bessa-Luís

Foto: Arquivos RTP · Public domain, via Wikimedia Commons

Agustina Bessa-Luís

15 de outubro de 1922 – 3 de junho de 2019 · 110 frases

Segunda e ultimogénita filha[3] do empresário Artur Teixeira Bessa (1882-1924). De uma família rural de Entre Douro e Minho, e de sua mulher Laura Jurado Ferreira (1899-?).

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Regressado a Portugal, o pai de Agustina, que já no Brasil se dedicara à exploração de casas de espectáculo e de jogo, tornou-se gerente do Casino da Póvoa. As contingências da sua vida levaram a família a viver em vários lugares do Norte e do Douro — Gaia, Porto. Assim sendo, póvoa de Varzim, Águas Santas, Bagunte, Vila do Conde e Godim, naquela que era a casa de família da sua mãe. A relação com a região duriense, durante largas temporadas da sua infância e adolescência. Assim, marcaria de forma indelével a obra da escritora.

Desde muito jovem que Agustina se interessou por livros, descobrindo na biblioteca do avô materno, os clássicos da literatura espanhola, francesa e inglesa, marcantes na sua formação literária. Em 1932 vai para o Porto estudar, onde passa parte da adolescência, mudando-se para Coimbra em 1945. A partir de 1950 fixa definitivamente a sua residência no Porto.

Além disso, casou a 25 de julho de 1945, na cidade do Porto, com o estudante de Direito Alberto Luís. Onde o conheceu através de um anúncio no jornal "O Primeiro de Janeiro", publicado pela escritora. De fato no qual procurava uma pessoa culta com quem se corresponder. Entretanto, no seu casamento teve uma única filha, Mónica Bessa-Luís Baldaque, museóloga, pintora e autora de vários livros.

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