Eça de Queirós

Eça de Queirós
25 de novembro de 1845 – 16 de agosto de 1900 · 125 frases
José Maria de Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845, numa casa da Praça do Almada na Póvoa de Varzim, no então número 1 ao 3 do Largo de São Sebastião (hoje Largo Eça de Queiroz).
Ver maisVer menos da biografia de Eça de Queirós
Morava no centro da cidade, em casa de um parente de sua mãe, Francisco Augusto Pereira Soromenho, um dos funcionários aduaneiros da Póvoa de Varzim. Dado os seus pais não serem então casados, considerado indecente em meados do século XIX. E este parente de certo relevo local, chefe da alfândega local, este preferiu que o batismo fosse realizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Em vez da matriz local, muito próxima à casa, e fosse ocultado o nome da mãe.
Eça era filho de José Maria Teixeira de Queiroz, nascido no Rio de Janeiro em 1820 e delegado do procurador régio em Viana do Castelo, e de Carolina Augusta Pereira d'Eça, nascida em Monção em 1827. O casamento ocorreu posteriormente ao nascimento. O pai de Eça de Queiroz, magistrado e par do reino. Convivia regularmente com Camilo Castelo Branco, quando este vinha à Póvoa para se divertir no Largo do Café Chinês.
Uma das teses para tentar justificar o facto de os pais do escritor não se terem casado antes do seu nascimento sustenta que Carolina Augusta Pereira de Eça não teria obtido o necessário consentimento da parte de sua mãe, já viúva do coronel José Pereira de Eça.
As mais lidas
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de QueirósA alma modela a face, como o sopro do antigo oleiro modelava o vaso fino.
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de QueirósO amor por si só é decerto uma companhia - mas não chega à companhia daquela que se ama.
Eça de QueirósNa arte só têm importância os que criam almas, e não os que reproduzem costumes.
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Eça de QueirósO amor arrasta ao luxo, sobretudo amor de elegante idealismo.
Eça de Queirós



































